Atendimento ao cliente

Olá! Como podemos te ajudar hoje?

Preciso acionar coleta (atendimento 24h) 0800 772 22 00 e escolha a opção 2
Mãe com o Bebê

Células-tronco

Células-tronco

Um material biológico precioso.

A decisão de guardar as células-tronco do seu bebê pode mudar a história da sua família.

Pela capacidade de multiplicação e diferenciação, as células-tronco do sangue do cordão já vêm sendo utilizadas no tratamento de doenças.

Você sabe o que são células-tronco?

Células-tronco são células com capacidade de autorrenovação e de diferenciação em diversas categorias funcionais. Isso significa que as células-tronco têm capacidade de se dividir e de se transformar em outros tipos de células.

Por conta das suas propriedades, as células-tronco vêm sendo amplamente estudadas e utilizadas no mundo todo.

Quando o ser humano ainda está na fase embrionária de desenvolvimento, são as células-tronco que se multiplicam e dão origem a todos os órgãos e tecidos do corpo: neurônios, sangue, pele, músculos e ossos, por exemplo.

Mas o embrião não é o único local em que essas células podem ser encontradas. Elas também estão presentes em tecidos adultos, como a medula óssea e o cordão umbilical.

A terapia com as células-tronco da medula óssea e do sangue do cordão umbilical é uma prática médica consagrada, e já foi capaz de ajudar milhares de pacientes em todo o mundo no tratamento de mais de 80 doenças graves.

Além de serem uma fonte muito segura, as células do sangue do cordão têm muitas vantagens em comparação com outras fontes, como veremos a seguir.

Quais são os tipos de células-tronco?

Existem dois tipos principais de células-tronco: as células-tronco embrionárias e as células-tronco adultas.

As células-tronco embrionárias estão presentes na fase inicial do desenvolvimento embrionário humano (4 a 5 dias após a fecundação). Essas células podem se transformar em células adultas de qualquer tecido do corpo humano.

As células-tronco adultas podem ser encontradas no cordão umbilical, na medula óssea e em alguns outros órgãos do corpo. Essas células já vêm sendo utilizadas no mundo todo para o tratamento de várias doenças.

As células-tronco adultas se dividem em dois subgrupos:

Células-tronco hematopoéticas

São as células-tronco encontradas na medula óssea e no sangue do cordão umbilical. Elas dão origem ao nosso sistema imunológico e sanguíneo.

São amplamente utilizadas para o tratamento de doenças onco-hematológicas, pois têm a capacidade de repovoar a medula óssea doente.

Atualmente são mais de 80 doenças que podem ser tratadas utilizando essas células, como, por exemplo, as leucemias, linfomas, anemias ou falências imunológicas .

Células-tronco mesenquimais

As células-tronco mesenquimais são células-tronco adultas que têm a capacidade de se transformar em diversos tecidos do corpo humano.

São encontradas no tecido do cordão umbilical, no tecido adiposo (gordura), na cartilagem, na medula óssea e no sangue.

Sua utilização ainda está em fase de estudo. São centenas de ensaios clínicos em andamento, em diversos países do mundo, que já apresentam resultados promissores no campo da medicina regenerativa.

Diversas áreas da medicina estão estudando a utilização dessa célula-tronco com o objetivo de restaurar as sequelas causadas por diferentes doenças.

Células-tronco do cordão umbilical do bebê

As células-tronco do cordão umbilical se encontram em sua fase mais jovem, além de nunca terem sido expostas a vírus, bactérias ou a possíveis interferentes do meio ambiente. Elas também são mais imaturas imunologicamente, e por isso apresentam maior chance de compatibilidade com familiares diretos (pais e irmãos).

Por causa destas características, muitas famílias optam por armazenar as células do cordão umbilical como forma de garantir uma futura possibilidade terapêutica para a criança e seus familiares.

As células-tronco podem ser encontradas tanto no sangue quanto no tecido do cordão umbilical e são diferentes entre si.

Sangue do cordão

Normalmente, o cordão umbilical e a placenta são descartados como lixo hospitalar. Mas ali encontra-se um material biológico muito rico, que pode ser coletado e guardado para uso em futuros tratamentos.

No sangue do cordão umbilical são encontradas as células-tronco hematopoéticas, ou seja, aquelas que formam nosso sistema sanguíneo e imunológico.

Quando transplantadas, essas células repovoam a medula óssea e o sistema imunológico doentes, com o objetivo de cura da doença em tratamento. Ao todo, são mais de 80 doenças tratáveis: doenças onco-hematológicas, doenças genéticas hereditárias, falências medulares e algumas doenças do sistema imunológico.

As células do sangue do cordão umbilical são mais imaturas imunologicamente, e com isso apresentam menor possibilidade de rejeição pelo receptor, além de diminuir a chance de complicações na fase pós-transplante.

Tecido do cordão

No tecido do cordão umbilical são encontradas em abundância as células-tronco mesenquimais, que podem reparar e regenerar tecidos do nosso corpo.

Esse tipo de célula tem grande propriedade imunológica, por isso, sua aplicação clínica é alvo de estudo nos maiores centros de pesquisa do mundo para o tratamento de doenças pulmonares, neurológicas, gastroenterológicas, ortopédicas, cardiológicas, entre outras.

Como é o processo de coleta de células-tronco do cordão umbilical?

A coleta do sangue e do tecido do cordão umbilical é um procedimento simples, rápido, indolor e não oferece risco para a mãe ou para o bebê. Também não interfere em nada no trabalho de parto, podendo ser realizada em partos normais ou cesarianas.

Logo após o nascimento do bebê, é feito o clampeamento do cordão umbilical, quando o médico coloca uma espécie de “clipe” no cordão para interromper o fluxo sanguíneo.

Em seguida, o cordão é cortado e o bebê é entregue aos cuidados do pediatra. Nesse momento, é iniciada a coleta do sangue e do tecido do cordão, que pode ser realizada pelo próprio obstetra ou por um enfermeiro treinado pela CordCell.

O sangue do cordão umbilical e da placenta é coletado em uma bolsa apropriada para garantir o devido acondicionamento da amostra. Nenhum sangue é retirado do bebê. Já para a coleta do tecido, é aproveitado o maior segmento possível do cordão, que é colocado em um frasco estéril de laboratório.

Depois disso, o material é acondicionado em um kit próprio e levado para o laboratório, onde é processado, analisado e armazenado em tanques de nitrogênio, a uma temperatura extremamente baixa.

Armazenamento de células-tronco do cordão umbilical

Hoje, cada vez mais famílias passam a conhecer o grande potencial curativo das células-tronco e, com isso, optam por armazenar essas células para utilizá-las como futura opção terapêutica, caso seja necessário.

O armazenamento das células do cordão umbilical pode permitir o tratamento de várias doenças para o próprio bebê ou para os seus familiares biológicos.

As células coletadas são processadas e ficam criopreservadas, ou seja, congeladas em tanques de nitrogênio a uma temperatura extremamente baixa (-196ºC). Há casos de células que ficaram congeladas por 23 anos e se mostraram completamente viáveis para uso após esse período. Com isso, acredita-se que as células-tronco podem permanecer viáveis por tempo indeterminado quando armazenadas adequadamente por laboratórios especializados, como a CordCell.

Entenda como é feito o processo de coleta e armazenamento das células:

1 – COLETA – Ocorre após o parto, quando o cordão já foi clampeado, cortado e o bebê estiver sob os cuidados do pediatra. Antes do descarte do cordão umbilical, o próprio médico ou enfermeiro faz uma punção para retirar a maior quantidade possível do sangue ali contido. Já para a coleta do tecido, é retirado o maior segmento possível do cordão, que é colocado em um frasco estéril.

2 – TRANSPORTE – Tanto o sangue quanto o tecido do cordão são acomodados em nossos kits apropriados e transportados para nosso laboratório em São Paulo, por operadores logísticos especializados no transporte de material biológico.

3 – PROCESSAMENTO – As células são analisadas minuciosamente e processadas para garantir que o máximo possível delas seja aproveitado para utilização futura. São feitos testes de esterilidade e a contagem das células que serão armazenadas.

4- ARMAZENAMENTO – Após o processamento, a amostra é devidamente identificada e gradativamente resfriada até serem armazenadas em tanques de nitrogênio a temperatura de -196°C.

5 – MONITORAMENTO – As amostras são monitoradas 24 horas por dia com uso de alta tecnologia. Sistemas ininterruptos de abastecimento de nitrogênio e geradores de energia garantem a manutenção da qualidade do armazenamento por tempo indeterminado.

Razões para armazenar​

O armazenamento de células-tronco é a garantia de uma futura possibilidade terapêutica para o bebê e seus familiares biológicos.


DISPONIBILIDADE IMEDIATA – As células ficam armazenadas e disponíveis para o uso imediato pela criança ou por familiares em caso de necessidade.


IMATURIDADE CELULAR – As células-tronco do cordão são mais imaturas em termos imunológicos, apresentando assim uma maior compatibilidade entre o doador e o receptor, além de proporcionar menor risco de complicações pós-transplante.

MENOS EXPOSIÇÃO – As células do cordão tiveram baixíssima exposição a fatores ambientais como poluição, vírus ou bactérias.

COLETA NÃO INVASIVA – O procedimento de coleta não causa nenhum tipo de desconforto ou risco para a mãe nem para o bebê. É simples, seguro e sem dor.

POTENCIAL TERAPÊUTICO – As células do sangue do cordão umbilical poderão ser usadas para tratar mais de 80 doenças graves.

Doenças tratáveis

Atualmente, células-tronco do sangue do cordão umbilical são utilizadas para o tratamento de doenças que apresentem a indicação do transplante de medula óssea. O transplante geralmente é recomendado quando há falha ou não indicação de outras terapias.

Doenças tratadas com células-tronco do sangue do cordão umbilical

Leucemia linfoide aguda (LLA)

A medula do paciente produz células imunológicas defeituosas que se multiplicam e tomam o lugar de células imunológicas saudáveis.

Leucemia mieloide aguda (LMA)

A medula do paciente produz células sanguíneas defeituosas que se multiplicam e tomam o lugar de células sanguíneas saudáveis.

Leucemia aguda bifenotípica

A medula do paciente produz células sanguíneas e imunológicas defeituosas, que se multiplicam e tomam o lugar de células saudáveis.

Leucemia aguda indiferenciada

Expansão clonal de células mieloides imaturas na medula óssea, sangue periférico ou outros órgãos.

Leucemia mieloide crônica juvenil (LMCJ)

Tipo específico de leucemia crônica não hereditária que atinge especialmente crianças.

Leucemia mielomonocítica crônica (LMMCJ)

Tipo específico de leucemia que afeta um determinado tipo de célula sanguínea chamada monócito.

Leucemia mielomonocítica juvenil (LMMJ)

Tipo raro de leucemia que atinge especialmente crianças menores de 4 anos, na qual células monocíticas se multiplicam descontroladamente.

Leucemia linfoide crônica (LLC)

A leucemia linfocítica crônica (LLC) é caracterizada pelo acúmulo progressivo de linfócitos B malignos fenotipicamente maduros.

Leucemia mieloide crônica (LMC)

A leucemia mieloide crônica (LMC) é uma doença maligna resultante de um distúrbio clonal de células-tronco hematopoiéticas, que causam uma hiperplasia mieloide na medula óssea.

Leucemia/linfoma de células T

É um tipo de câncer relacionado à infecção pelo vírus HTLV-I, responsável por atingir as células de defesa do organismo, os linfócitos T.

Linfoma de Burkitt

Câncer no sistema linfático que atinge principalmente crianças e jovens, afetando os linfócitos, que são células de defesa do nosso organismo.

Linfoma de Hodgkin

Câncer no sistema linfático no qual os linfócitos se transformam em células malignas e se multiplicam, podendo se disseminar para tecidos próximos, com a presença de células de Reed-Sternberg.

Linfoma não Hodgkin

Câncer no sistema linfático no qual os linfócitos se transformam em células malignas e se multiplicam, podendo se disseminar para tecidos próximos, sem a presença das células de Reed-Sternberg.

Leucemia de células plasmáticas

Variação rara do mieloma múltiplo, que se define pela presença de células plasmáticas em mais de 20% da totalidade dos leucócitos no sangue periférico.

Mieloma múltiplo

Câncer do sangue no qual os plasmócitos defeituosos se multiplicam sem controle na medula óssea e podem atingir outras partes do corpo.

Macroglobulinemia de Waldenstrom

Tipo de linfoma de não Hodgkin no qual as células defeituosas produzem uma quantidade descontrolada de uma proteína chamada macroglobulina.

Hemoglobinúria paroxística noturna

Doença rara que ataca os glóbulos vermelhos do sangue e faz com que a medula óssea não consiga fazer a reposição dos glóbulos destruídos.

Doença linfoproliferativa ligada ao cromossomo X

Deficiência genética que faz com que o sistema imunológico responda de forma anormal a algumas infecções virais, podendo se caracterizar por uma resposta pouco ativa ou super ativa.

Policitemia vera

Doença crônica que faz com que haja uma produção aumentada de todas as células sanguíneas, principalmente dos glóbulos vermelho

Trombocitemia essencial

Doença do sangue na qual a medula do paciente produz uma quantidade excessiva de plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue.

Trombocitemia essencial

Doença rara que causa lesões que se proliferam, podendo atacar qualquer órgão, especialmente os pulmões, a pele e o sistema nervoso central.

Anemia falciforme

Doença genética e hereditária que deforma os glóbulos vermelhos do sangue, causada por uma anormalidade da hemoglobina.

Talassemia beta maior (anemia de Cooley

Doença hereditária que causa anemia grave, ou seja, uma grande diminuição na produção de hemoglobina e de cadeias beta.

Mucopolissacaridose

Doença rara que afeta a produção das enzimas pelo corpo, influenciando diretamente diversos processos químicos do organismo.

Síndrome de Scheie

Tipo de mucopolissacaridose que afeta especialmente a enzima alfa-L-iduronidase e pode causar atrasos no desenvolvimento das funções motoras.

Síndrome de Sanfilippo

Tipo de mucopolissacaridose que atinge a enzima Heparan N-sulfatase, podendo causar atrasos de desenvolvimento e problemas físicos leves.

Síndrome de Morquio

Doença genética que afeta o crescimento do esqueleto, especialmente da coluna, enquanto o restante dos ossos se desenvolvem normalmente.

Síndrome de Maroteaux-Lamy

Tipo de mucopolissacaridose que afeta a enzima N-acetilgalactosamina-4-sulfatase e pode afetar diversos órgãos.

Síndrome de Sly

Tipo de mucopolissacaridose potencialmente fatal, que pode também causar más formações nos ossos, além de problemas cardíacos, de visão e audição.

Mucolipidose

Doença que causa o acúmulo de materiais gordurosos nas células, podendo causar desde atrasos de aprendizagem até casos de deficiência cognitiva grave e más formações esqueléticas.

Leucodistrofias

Doenças genéticas que afetam o cérebro, a medula espinhal e sistema nervoso periférico, causando a destruição da bainha de mielina e afetando os impulsos nervosos.

Adrenoleucodistrofias

Tipos de leucodistrofias que afetam principalmente as glândulas adrenais ou supra-renais, que produzem alguns hormônios essenciais para o organismo.

Síndrome de Hurler (Mucopolissacaridose)

Deficiência genética nas enzimas do corpo que pode causar como consequência o atraso no aprendizado, deficiência visual, alterações gengivais e atraso no nascimento dentário.

Síndrome de Hunter (mucopolissacaridose tipo II)

Mucopolissacaridose que impede a produção de enzima iduronato-2-sulfatase, podendo causar perda auditiva, declínio nas funções cardíacas e problemas motores.

Deficiência de adenosina deaminase

É uma doença hereditária do metabolismo energético muscular em que há ausência de atividade da AMP deaminase no músculo esquelético.

Doença de Batten

Doença genética neurodegenerativa, que atinge crianças e pode causar crises epilépticas, atraso na linguagem e perda de habilidades motoras e cognitivas.

Doença de Gaucher

Doença genética que afeta especialmente a produção da enzima glicocerebrosidase. Pode gerar complicações no fígado, baço, medula, pulmão e no sistema nervoso central.

Doença de Krabbe

Doença genética que afeta especialmente a produção da enzima glicocerebrosidase. Pode gerar complicações no fígado, baço, medula, pulmão e no sistema nervoso central.

Doença de Niemann-Pick

Doença genética que causa defeito na produção da enzima esfingomielinase. Pode gerar diversos problemas psicomotores, epilepsia e aumento do tamanho do fígado.

Doença de Tay-Sachs

Doença genética causada pela deficiência nas enzimas que decompõem os gangliosídeos. Pode apresentar deficiência intelectual, paralisia e perda da visão.

Doença de Sandhoff

Doença genética causada pela deficiência nas enzimas que decompõem os gangliosídeos. Pode apresentar deficiência intelectual, paralisia, perda da visão, aumento do fígado e problemas ósseos.

Doença de Wolman

Doença genética que causa o acúmulo de triglicérides e outros tipos de gordura em vários órgãos. Pode causar dificuldade de alimentação, vômitos, diarreia e aumento no tamanho do fígado.

Síndrome de Lesch-Nyhan

Doença hereditária ligada ao cromossomo X, que causa deficiência na produção da enzima hipoxantina fosforibosil transferase. Pode causar atraso cognitivo, comportamento agressivo e automutilação.

Osteopetrose

Grupo de distúrbios hereditários que tornam o tecido ósseo mais denso e quebradiço, por conta de uma deficiência na reabsorção óssea.

Leucodistrofia metacromática

Doença hereditária que causa uma deficiência na decomposição do lipídio arilsulfatase A. Causa a destruição dos tecidos responsáveis pelos impulsos nervosos, podendo gerar problemas cognitivos e motores.

Doença de Pelizaeus Merzbacher

Doença genética que causa a destruição dos tecidos responsáveis pelos impulsos nervosos, podendo gerar problemas respiratórios e psicomotores.

Doença de Gunther

Doença hereditária causada por uma deficiência na produção da enzima uroporfirinogênio III sintase. Pode gerar fragilidade óssea, anemia, fotossensibilidade e problemas de visão.

Anemia refratária

Um subtipo da Síndrome Mielodisplásica ligada à produção de células do sangue, no qual o organismo não consegue produzir células maduras.

Anemia de Fanconi

Doença genética que causa falência progressiva na medula óssea e predisposição ao câncer.

Anemia diseritropoiética congênita

Grupo de anemias raras que se caracterizam pela produção insuficiente de glóbulos vermelhos no sangue.

Aplasia pura da série vermelha

Doença rara que se caracteriza pela diminuição ou até inexistência de eritroblastos, células precursoras dos glóbulos vermelhos, causando anemia grave.

Mielocatexia

Distúrbio congênito que causa uma redução grave de glóbulos brancos circulantes, além de uma redução de granulócitos neutrófilos.

Trombocitopenia amegacariocítica congênita

Doença genética rara que se caracteriza por uma quantidade baixa de megacariócitos, células que produzem as plaquetas.

Anemia sideroblástica congênita

Anemia ligada ao cromossomo X, que faz com que o ferro não seja aproveitado adequadamente na produção de hemoglobina e se acumule nos glóbulos vermelhos jovens.

Anemia aplástica

Doença que reduz significativamente a produção dos elementos que constituem o sangue. Pode afetar todos os tipos de células sanguíneas ao mesmo tempo, ou então apenas um ou dois tipos.

Anemia de Diamond-Blackfan

Doença que reduz a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue, caracterizada por uma falha na medula óssea chamada hipo/aplasia eritrocitária.

Trombastenia de Glanzmann

Síndrome hemorrágica que se caracteriza por uma deficiência nos elementos que constituem as plaquetas, causando hemorragias constantes no paciente.

Neutropenia cíclica

Doença caracterizada por episódios frequentes de redução de neutrófilos, os glóbulos brancos no sangue, que torna o paciente suscetível a infecções.

Síndrome de Kostmann (agranulocitose congênita)

Doença que acomete a medula óssea e reduz a produção de neutrófilos, tornando o paciente suscetível a infecções por bactérias e fungos.

Síndrome de Shwachman Diamond

Doença caracterizada pelo funcionamento insuficiente do pâncreas, juntamente com uma contagem baixa de neutrófilos e alterações ósseas.

Agamaglobulinemia ligada ao X (doença de Bruton)

Imunodeficiência hereditária caracterizada pela ausência de um tipo de linfócito chamado Células B, além de níveis baixos ou ausência de anticorpos.

Alfa manosidose

Doença rara que causa deficiência em uma enzima responsável por quebrar oligossacarídeos, fazendo com que essa substância se acumule nas células.

Síndrome de Chediak-Higashi

Doença rara causada por uma disfunção primária nos fagócitos e é caracterizada pelo albinismo parcial na pele e nos olhos, além de uma maior fragilidade a infecções.

Doença crônica granulomatosa

Doença hereditária que causa uma deficiência nos fagócitos, um tipo de célula do sistema imunológico.

Disgenesia reticular

Doença grave cuja definição clínica acontece pela combinação entre imunodeficiência grave, surdez neurossensorial e diminuição ou ausência dos chamados leucócitos granulosos.

Histiocitose das células de Langerhans

Doença rara caracterizada pela proliferação de um tipo específico de células linfóides chamado Células de Langerhans.

Síndrome da desregulação imunológica

Doença hereditária autoimune ligada ao cromossomo X, que causa deficiência nas glândulas endócrinas e inflamação no intestino.

Deficiência de adesão leucocitária

Doença caracterizada pela deficiência nas células do sistema imunológico, principalmente nos neutrófilos, gerando recorrentes infecções bacterianas e fúngicas

Ataxia telangiectasia

Doença hereditária neurodegenerativa que causa uma maior suscetibilidade a infecções, além de maior predisposição a tumores.

Imunodeficiência comum variável

Conjunto de distúrbios caracterizados por resultarem em deficiência nos anticorpos, o que leva a infecções frequentes.

Síndrome do linfócito nu

Forma de imunodeficiência combinada grave (SCID, pela sigla em inglês) em que as moléculas de MHC (moléculas do complexo de histocompatibilidade) estão afetadas.

Síndrome de DiGeorge (aplasia tímica)

Doença causada por imunodeficiência congênita, caracterizada por subdesenvolvimento ou ausência da glândula timo no nascimento.

Linfo-histiocitose hemofagocítica

Distúrbio incomum que afeta principalmente lactentes e crianças pequenas, causando deficiência imunológica e podendo levar a um estado de hiperinflamação.

Síndrome de Hermansky-Pudlak

Doença genética que gera deficiência no armazenamento de plaquetas, causando albinismo, problemas nos olhos e maior tendência a sangramentos.

Síndrome de Pearson

Doença rara que afeta as mitocôndrias das células, que ocorre geralmente nos três primeiros anos de vida e pode levar ao óbito.

Mastocitose sistêmica

Doença caracterizada pelo acúmulo de uma célula chamada mastócito na medula óssea e em diferentes órgãos do corpo, como estômago, intestino e fígado.

Síndrome de Wiskott-Aldrich

Doença hereditária causada pela produção anormal de células imunológicas, além da deficiência nas plaquetas, gerando uma suscetibilidade a infecções e eczemas.

SCID com ausência de células T e B

Imunodeficiência combinada grave caracterizada pela ausência de células T e deficiência nas células B do sangue, levando a infecções virais persistentes geralmente até os 6 meses de vida.

Síndrome de Omenn

Imunodeficiência combinada grave diagnosticada quando há linfopenia, ou seja, diminuição dos linfócitos do sangue, levando geralmente ao aparecimento de infecções nos três primeiros meses de vida.

Síndrome hiper IgM

Síndrome caracterizada por níveis normais ou altos da chamada Imunoglobulina M, e ausência ou diminuição de outras imunoglobulinas, gerando maior fragilidade a infecções por bactérias.

Síndrome da Imunodeficiência Grave Combinada (SCID) e com deficiência de adenosina deaminase (ADA-SCID)

Imunodeficiência combinada grave caracterizada pela deficiência ou ausência da adenosina deaminase, podendo levar ao óbito.

Pesquisas em andamento

Pesquisas em andamento para tratamento com células do sangue e tecido do cordão

Pesquisas em andamento com células do sangue do cordão umbilical:

Artrite reumatoide

Colite ulcerativa

Diabetes tipo 1 e tipo 2

Esclerodermia

Doença de Crohn

Esclerose lateral amiotrófica (ELA)

Esclerose múltipla

Lúpus eritematoso

Doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH)

Cardiomiopatia dilatada idiopática

Isquemia crônica de membro

Defeitos congênitos cardiovasculares

Tromboangeíte obliterante

Síndrome de hipoplasia do coração

Reparação da cartilagem do joelho

Autismo

Acidente vascular cerebral-AVC

AVC in-utero

Atraso no desenvolvimento

Distrofia Muscular de Duchenne

Encefalopatia hipóxico-isquêmica (EIH)

Doenças neurodegenerativas

Hidrocefalia

Lesão neurológica traumática

Lesão raquimedular

Paralisia cerebral

Perda auditiva neurossensorial adquirida

Cirrose hepática

Epidermólise bolhosa

Displasia broncopulmonar grave do prematuro

Hepatite viral

Displasia broncopulmonar (DBP)

HIV ou “AIDS”

Doenças do armazenamento em lisossomos

Queimadura grave

Pesquisas em andamento com células do tecido do cordão umbilical:

Anemia aplástica grave

Doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH)

Mielodisplasia

Otimização de pega medular após transplante de células-tronco hematopoéticas alogênico

Diabetes tipo 1

Diabetes tipo 2

Úlcera de pé diabético

Neuropatia periférica diabética 2

Displasia broncopulmonar grave do prematuro

Isquemia/insuficiência vascular em extremidades (pé diabético)

IInfarto agudo do miocárdio

Miocardiopatia dilatada idiopática

Alzheimer

Parkinson

Ataxia cerebelar hereditária

Autismo

Esclerose Lateral Amiotrófica

Colite ulcerativa

Esclerose múltipla e neuromielite óptica

Quem pode utilizar as células?

As células-tronco do cordão podem ser utilizadas pela própria criança ou por familiares biológicos, caso sejam compatíveis.

A compatibilidade é a possibilidade das células infundidas serem aceitas pelo corpo do receptor (paciente que receberá as células). Quando há maior compatibilidade, maior a chance de as células funcionarem normalmente, como se pertencessem originalmente àquele organismo.

Abaixo explicaremos como funciona a compatibilidade nos dois tipos de células do cordão:

Sangue do Cordão Umbilical As células-tronco do sangue do cordão umbilical são 100% compatíveis com a própria criança doadora. Isso significa que o organismo não rejeitará as células, que poderão ser utilizadas em transplantes autólogos. Entre irmãos de mesmo pai e mesma mãe, existe uma chance de 25% de compatibilidade total e 50% de compatibilidade parcial. Com os pais biológicos, há a chance de compatibilidade parcial de no mínimo 50%. Tecido do Cordão Umbilical As células do tecido do cordão umbilical são 100% compatíveis com a própria criança e também 100% compatíveis com irmãos e familiares biológicos.

Chances de uso das células-tronco

O armazenamento das células-tronco é feito como uma espécie de seguro. Na melhor das hipóteses, esperamos que seu filho nunca precise utilizar as células armazenadas.

Porém, dados de um estudo realizado pelo Cancer Statistics Review, nos Estados Unidos, mostram que as chances de uma pessoa precisar de transplante de medula óssea até os 70 anos é de 1 em 217, aumentando exponencialmente após os 40 anos.

Essa chance é maior que a possibilidade de uma criança nascer com síndrome de down (1 em 946 para gestantes de 25 anos).

Além disso, pesquisas estão em andamento para determinar se, no futuro, as células-tronco do sangue e do tecido do cordão poderão curar outros problemas médicos não tratados atualmente: distúrbios neurológicos, como Alzheimer e Parkinson, doenças autoimunes, cardíacas, pulmonares, entre outras. Dessa forma, acredita-se que, quando essas terapias estiverem disponíveis, a chance de uso desse rico material biológico aumentará significativamente. 

Perguntas frequentes sobre células-tronco

Sim. O parto é a única oportunidade para fazer a coleta desse material. A coleta não é invasiva nem causa incômodo e é feita pelo próprio médico obstetra ou pela equipe de enfermagem CordCell.
Sim. A coleta do cordão umbilical pode ser realizada em partos normais ou cesarianas, desde que o parto ocorra em ambiente hospitalar ou em uma maternidade. Essa é uma exigência da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão que regulamenta essa atividade no Brasil. É possível também fazer a coleta das células de bebês prematuros, desde que o parto aconteça a partir da trigésima segunda semana de gestação.
Amostras com mais de 23 anos de armazenamento já se mostraram viáveis para utilização quando foram descongeladas. Como os estudos com células-tronco são recentes, ainda não é possível afirmar por quanto tempo elas podem ficar preservadas. Porém, os dados sugerem que, nas condições corretas, as amostras conseguem manter seu potencial terapêutico por tempo indeterminado.

Atualmente, algumas famílias optam por fazer a doação do cordão umbilical para bancos de sangue públicos. Porém, quando isso acontece, não há a garantia de que ele esteja disponível para a sua família em caso de necessidade. Já o banco privado garante que as células estejam disponíveis imediatamente caso a sua família venha a precisar. Outra diferença é que apenas os bancos privados realizam a coleta e o armazenamento do tecido do cordão.

Não. No caso de bancos públicos, as amostras são armazenadas e utilizadas por qualquer paciente que precise. No banco privado as células são armazenadas para utilização da própria família que solicitou o armazenamento, ficando disponíveis para uso imediato. Já o serviço de armazenamento do tecido do cordão umbilical só é realizado por bancos privados.
Sim. As células-tronco do sangue do cordão têm uma chance de compatibilidade total de 25% e parcial de 50% entre irmãos de mesmo pai e mãe. Com os pais, a compatibilidade parcial tem um mínimo de 50% de chance. As células do tecido do cordão são 100% compatíveis com a criança e também entre a família biológica.
Não. Todos os procedimentos são feitos com o máximo de segurança e monitoramento constante. As amostras são identificadas e localizadas facilmente no banco de armazenamento, caso seja solicitado. Além disso, todas as etapas contam com alto grau de tecnologia, o que facilita a identificação, o monitoramento e a localização das amostras.

A CordCell atua em praticamente todo o território nacional. Para saber as condições de coleta em cidades mais distantes das capitais, entre em contato com nossa central de atendimento pelo 08007722200 ou WhatsApp (11) 99312-1774.

O início de todo o processo acontece logo após a contratação da CordCell pela família. A partir daí, realizamos o acompanhamento da gravidez periodicamente, com mais frequência à medida que a gestação evolui até o momento do parto. Mas, de qualquer forma, é IMPORTANTÍSSIMO que a família entre em contato com a CordCell nos primeiros sinais de trabalho de parto ou quatro horas antes do horário marcado para o nascimento do bebê em caso de partos agendados.

Assim, enviaremos a enfermeira credenciada pela CordCell para o hospital ou maternidade para se apresentar à família e ficar à disposição. Logo após o nascimento do bebê, a enfermeira (ou o médico obstetra) coleta o sangue do cordão e o tecido do cordão. Após a coleta, as células são levadas em segurança para o nosso laboratório em São Paulo por um operador logístico especializado no transporte de material biológico para o processamento e criopreservação.
Depois das células passarem por procedimentos laboratoriais, elas são colocadas em tanques de nitrogênio, com temperatura de -196°C. Todas as amostras são identificadas e ficam completamente protegidas até o momento de serem utilizadas.
Não. O profissional que faz a coleta não tem contato com o bebê, ele faz o procedimento no cordão umbilical após o nascimento, quando o cordão já está clampeado e cortado. A coleta não gera nenhum desconforto para a mãe e para o bebê.
As chances de uma pessoa necessitar de um transplante de medula podendo utilizar as células-tronco do sangue do cordão até os 70 anos é de 1 em 217. Sendo que essa chance aumenta exponencialmente após os 40 anos.

Já para o tecido do cordão, a comunidade científica acredita que as chances de uso no futuro podem ser ainda maiores, pois essas células são atualmente estudadas para o tratamento de doenças extremamente comuns na população, como: doenças pulmonares, neurológicas, gastroenterológicas, ortopédicas, cardiológicas, entre outras.

Infelizmente não. Existem alguns critérios que precisam ser respeitados e, caso não ocorram, as células não podem ser coletadas. Por exemplo: prematuridade (abaixo de 32 semanas), presença de doença materna ou sofrimento fetal. (placenta pequena não é critério de exclusão para a realização da coleta)


Entre em contato conosco para saber quais são as condições ideais para a coleta e armazenamento.


Fale com a CordCell agora

As células têm compatibilidade de 100% com a própria pessoa, mas também podem ser usadas por familiares de primeiro grau (pais e irmãos). No caso das células-tronco do sangue do cordão, existe uma chance de 25% de compatibilidade total entre irmãos de mesmo pai e mesma mãe e 50% de compatibilidade parcial. Com os pais biológicos, a chance de compatibilidade parcial é de no mínimo 50%. Já no caso do tecido do cordão, a compatibilidade com a própria pessoa e familiares é de 100%.

Conheça a Cordcell

Somos a empresa brasileira líder em coleta de células-tronco do cordão umbilical e nosso principal objetivo é oferecer proteção para a sua família por meio das células do seu bebê.

Fomos a primeira empresa brasileira a coletar e armazenar células-tronco no Brasil. Atualmente, nossos tanques contam com mais de 21 mil amostras de células do cordão umbilical.

Nosso laboratório é acreditado pela AABB (Association for the Advancement of Blood & Biotherapies) pelo cumprimento de rigorosos padrões de qualidade e segurança operacional.

Entre em contato conosco e armazene as células-tronco do seu bebê! Sua decisão pode ajudar a proteger seu filho e a sua família no futuro.

Preserve conosco

Aproveite esta oportunidade única na vida.

Indique a um(a) amigo(a)

O mundo científico vem desenvolvendo diversas pesquisas, aumentando.

Preservação de sangue do cordão umbilical

Como funciona

O mundo científico vem desenvolvendo diversas pesquisas, aumentando consideravelmente o leque de possibilidades de utilização das células-tronco no tratamento de doenças.

O mundo científico vem desenvolvendo diversas pesquisas, aumentando consideravelmente o leque de possibilidades de utilização das células-tronco no tratamento de doenças.

O processo de coleta

O mundo científico vem desenvolvendo diversas pesquisas, aumentando consideravelmente o leque de possibilidades de utilização das células-tronco no tratamento de doenças.

O mundo científico vem desenvolvendo diversas pesquisas, aumentando consideravelmente o leque de possibilidades de utilização das células-tronco no tratamento de doenças.