Quanto vale salvar a vida de um filho?

Conheça um pouco mais sobre os benefícios da coleta e armazenamento das células-tronco do sangue de cordão umbilical.  

Cientistas da CordCell buscam novas técnicas de armazenamento e tratamento com células de gordura

Que venha com saúde! Essa é uma frase habitual de muitos casais grávidos quando são questionados sobre o sexo do bebê, sendo menina ou menino. Com certeza a saúde é a coisa mais importante na vida de qualquer ser humano. E é no ventre materno que as preocupações começam e, meses antes do parto, a gestante e futuro papai buscam todas as informações para a proteção do seu bebê.

Entre os assuntos mais debatidos neste momento atual da sociedade tem sido, sem dúvida, a importância de se coletar ou não as células-tronco do cordão umbilical. Há muitos mitos sobre esse tema e também para muitas pessoas é difícil pensar na possibilidade de doenças nesta etapa de emoção e expectativa do nascimento de um ser.

Em contrapartida é também um ato de amor refletir no futuro dessa criança, de ter as células-tronco armazenadas e nunca precisar usar, ao invés de precisar e não ter a chance de cura, não é mesmo?

Decidido fazer a coleta, o preço ainda é um dos empecilhos desse serviço, que também assusta os futuros pais. Vale destacar que a coleta do cordão umbilical no momento do parto e armazenamento até o transplante custa em torno de R$ 3.500 (muitas empresas parcelam esse custo) e a manutenção do material sai por R$ 600 anuais em média.

Já outro erro comum é buscar a melhor oferta do mercado. “O importante é procurar não apenas um banco de armazenamento, mas um centro de terapia celular especializado na coleta, processamento, armazenamento e utilização das células-tronco do sangue de cordão umbilical e que acompanha todo o processo”, explica Adelson Alves, fundador da CordCell, empresa completa e pioneira em todos os processos dessa área de saúde.

As dúvidas mais frequentes

O que são células-tronco do cordão umbilical e qual é a sua importância?

Como sabemos, o corpo humano é composto por células. As células-tronco são células especiais que apresentam três características principais:

  1. São células indiferenciadas, ou seja, não são especializadas como as células que constituem o coração, o cérebro, os ossos e outros tecidos especializados.
  2. São células que apresentam a capacidade de autorreplicação, ou em outras palavras, são capazes de se multiplicar, gerando outras células idênticas à original.
  3. São células que apresentam a capacidade de transdiferenciação, o que significa que são capazes de se transformar em outras células especializadas.

O nome célula-tronco foi adotado mundialmente devido a uma comparação para facilitar o entendimento: Como uma árvore, onde de um único tronco se originam vários ramos e folhas, a partir de uma única célula, como se fosse um tronco de árvore, se originam vários tipos de células especializadas como se essas linhagens fossem os ramos e folhas.

Atualmente, com esta definição, as células-tronco do corpo humano podem ser classificadas como células-tronco embrionárias (encontradas na fase de desenvolvimento do embrião) ou células-tronco adultas (também chamadas do tecido humano já formado).

As células-tronco embrionárias são aquelas obtidas de células geradas a partir de processos de fecundação artificial em laboratórios, quando são gerados os embriões para posterior implantação no útero materno. As células-tronco adultas, ou do tecido humano já formado, podem ser obtidas de diferentes tecidos, sendo as fontes mais conhecidas a medula óssea e o sangue de cordão umbilical.

Entre as células-tronco adultas, atualmente as mais conhecidas e utilizadas em tratamentos médicos realizados rotineiramente são as células-tronco que geram as células do sangue, também chamadas de células-tronco hematopoiéticas. As células-tronco hematopoiéticas do sangue de cordão umbilical são as mais fáceis de serem obtidas e preservadas por longos períodos, graças à tecnologia disponível atualmente.

Outro grupo de células-tronco adultas que tem sido muito estudado atualmente são as chamadas células-tronco mesenquimais, devido a sua grande capacidade de diferenciação em tecidos especializados verificada em laboratório.

Sangue de cordão

O sangue de cordão umbilical como fonte de células-tronco para transplante de medula óssea começou a ser estudado na década de 80, sendo o primeiro transplante bem sucedido realizado em 1988. Hoje, após inúmeros estudos e utilização em milhares de transplantes, o sangue de cordão umbilical é uma fonte consagrada de células-tronco para tratamento de inúmeras doenças.

Com a descoberta da capacidade de transformação das células-tronco em outros tipos de tecidos especializados ocorrida em 1998, os pesquisadores iniciaram inúmeros estudos procurando aplicações desta característica no tratamento de outras doenças, além daquelas onde o seu uso já estava estabelecido. Os resultados verificados até o momento apontam para a aplicação destas células em tratamentos rotineiros a serem estabelecidos nos próximos anos.

Diante desta realidade, uma das principais fontes de células-tronco utilizadas nos estudos é o sangue de cordão umbilical, que vinha sendo descartado rotineiramente após os partos. Como esta fonte é a mais estudada devido a sua disponibilidade, hoje se sabe que o sangue de cordão umbilical é rico em células-tronco de diferentes tipos.

Como as células somente podem ser utilizadas se estiverem vivas, a única maneira de contar com suas próprias células em caso de necessidade de tratamento é realizando a coleta do sangue de cordão umbilical imediatamente após o nascimento, em bolsa com solução que preserve o sangue vivo e, posteriormente, realizar a separação das células-tronco, além de utilizar tecnologia de criopreservação para conservá-la por longos períodos.

Como funciona a coleta e o armazenamento na CordCell?

A coleta de sangue do cordão umbilical e placentário é um procedimento simples e rápido, que não interfere com o nascimento do bebê. A coleta é realizada logo após o parto quando o obstetra “corta” o cordão umbilical, separando a mãe do bebê. Neste momento o enfermeiro aproxima-se do obstetra e faz a coleta do sangue presente no cordão umbilical com uma agulha conectada à uma bolsa estéril. Este procedimento não traz riscos para a mãe e nem para o bebê, podendo ser realizado nos diversos tipos de parto.

Casos recentes no Brasil
Maringá- Paraná – caso 1

Em outubro de 2012, a gestante Fabricie Marcele Wilbert, 38 anos, coletou e armazenou as células-tronco do cordão umbilical da filha na esperança que o material seja compatível com o irmão, que sofre de leucemia mielóide crônica. O que muitas pessoas ainda desconhecem é que o material armazenado pode auxiliar não só o recém-nascido, mas outros membros da família, claro, de acordo com testes de compatibilidade. A probabilidade de compatibilidade neste caso é de até 25%.

“Sem as células-tronco do sangue do cordão umbilical de sua filhinha, a futura mamãe teria que imediatamente recorrer ao banco público, onde a chance de se encontrar uma medula compatível pode chegar a ser de uma em um milhão. Vale destacar que o transplante é a última fase do tratamento, portanto, esse procedimento só será indicado caso o paciente não tenha boa resposta ao tratamento quimioterápico”, afirma Adelson Alves, médico e fundador da CordCell.

Maringá- Paraná – caso 2

Um menino de Maringá com apenas um ano e oito meses de idade e que sofre de leucemia linfoide aguda (LLA) pode ser curado com as células-tronco do sangue do cordão umbilical da irmã, que nasceu em setembro de 2012. De família carente, a coleta e armazenamento do material genético serão possíveis graças ao projeto social “Uma Esperança Preservada”, mantido pela Cordcell, empresa que integra o Grupo São Lucas, que atua há 40 anos e oferece assistência integral em hematologia, hemoterapia e terapia celular.

“O Felipe (nome da criança doente) tem 47% de chance de que as células-tronco da irmã sejam compatíveis, caso ele necessite de um transplante, ou seja, um percentual altíssimo”, comemora Adelson Alves. Finaliza o hematologista: “O ideal, mesmo, seria que o sangue de cordão umbilical do Felipe tivesse sido armazenado. Se isso tivesse ocorrido, ele teria um material genético 100% compatível e acesso imediato a ele, sem precisar entrar na fila do transplante. Mas, infelizmente, essa prática ainda não é disseminada pelo país. A população desconhece os benefícios do armazenamento desse material genético”.

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